HD externo ainda vale a pena? Veja prós e contras antes de comprar

wd-ssd-01

Ter um HD externo é uma opção interessante para quem precisa expandir o armazenamento em seu computador ou notebook. Dessa forma, usuários que precisam transportar seus arquivos também têm uma solução mais acessível, que permite o acesso por meio de qualquer computador. Apesar disso, é importante considerar que os SSDs configuram uma forte concorrência aos discos rígidos e tendem a substituí-los no mercado.

Com menos riscos a longo prazo e maiores velocidades de leitura e gravação, os SSDs ainda são mais caros que os HDs, e, por conta disso, podem não ser a melhor opção para quem busca mais espaço para guardar documentos, fotos, entre outros arquivos. Confira, a seguir, pontos positivos e negativos de se comprar um HD externo e saiba se ainda vale a pena investir em um modelo do tipo.

Prós:

Mais baratos que SSDs

Os HDs externos convencionais utilizam uma tecnologia de disco rígido que é usada há muitos anos, o que faz com que os dispositivos já possuam uma maior acessibilidade em relação aos SSDs. Além disso, por conta de seu custo menor, eles ainda são os armazenamentos mais utilizados em computadores e notebooks.

O preço médio de um HD externo de 500 GB fica em torno de R$ 200, enquanto um SSD de 480 GB de espaço custa algo em torno de R$ 280. Se considerarmos os modelos de 1 TB, a diferença é ainda maior: um modelo de 1 TB pode ser encontrado por pouco mais de R$ 230, enquanto um SSD de mesmo volume tem preço estimado de R$ 600.

Lembrando que, para utilizar um SSD como armazenamento externo, será necessário adquirir uma case para conexão do dispositivo via USB, que pode ter um preço médio de R$ 50. Já existem modelos portáteis no mercado, mas os valores são ainda maiores.

Têm bastante espaço

Os HDs externos costumam ser encontrados no mercado em opções com a partir de 500 GB. Versões com menos espaço de armazenamento também são comercializadas, mas a pequena diferença de preço faz com que os HDs maiores se tornem opções mais atraentes.

Além do preço acessível dos HDs, é fácil encontrar modelos com até 4 TB de espaço. Dessa forma, o usuário pode optar ou por um dispositivo com bastante armazenamento, ou por diferentes modelos mais simples.

Boa quantidade de opções no Brasil

Encontrar um armazenamento portátil com capacidade e velocidade adequadas para seu caso específico não é algo muito difícil. No Brasil, tanto no varejo online quanto em lojas especializadas, existem diversas opções disponíveis para comprar, com grande variedade de marcas e preços.

Procurando com um pouco mais de cuidado, é possível encontrar diversas ofertas e promoções de HDs externos – principalmente os de 500 GB, que têm ficado para trás com ofertas melhores com mais capacidade.

Contras:

Mais lentos que SSDs

Os SSDs levam muita vantagem no que diz respeito a desempenho, já que suas velocidades de leitura e gravação são muito superiores às dos HDs. Enquanto um disco rígido portátil apresenta velocidades de leitura e gravação na casa dos 200 MB/s, um SSD de entrada trabalha próximo aos 500 MB/s.

Isso faz com que o usuário tenha muito mais velocidade para iniciar o sistema ou mesmo abrir programas quando instalados em um SSD, permitindo até que máquinas mais antigas tenham alguma sobrevida com um SSD instalado. Outro limitador é o tipo de conexão do HD externo, que acaba limitando ainda mais a velocidade de acesso ao disco.

SSDs devem ficar mais baratos em breve

Conforme os SSDs se popularizam, a tecnologia fica mais acessível. Hoje, por exemplo, já é possível encontrar diversos modelos de SSD de 120 GB por valores próximos aos R$ 100. Vale ressaltar que unidades com volumes de armazenamento maiores também têm apresentado uma queda de preço significativa nos últimos anos.

Os SSDs vão, sem dúvidas, substituir os HDs, ao menos quando se trata de local de instalação do sistema operacional Com isso, à medida que mais usuários migram para o novo tipo de disco, as fabricantes oferecem mais opções no mercado, fazendo com que o preço do dispositivo caia ainda mais e possibilite que sejam mais utilizados em drives externos.

Maior risco de problemas a longo prazo

Os HDs externos utilizam os discos rígidos, tecnologia que utiliza peças mecânicas para gravar os dados. Desse modo, quando submetidos a impactos ou mesmo quando utilizados fora de condições adequadas, os dispositivos podem apresentar falhas. Em se tratando de dispositivos pensados para mobilidade, isso se torna um problema.

Se utilizado como o armazenamento externo, o SSD também pode ser mais seguro, já que não usa partes mecânicas para gravação e leitura. Dessa forma, é possível utilizar o produto de maneira mais confortável, “sem restrições” a quedas ou movimentos mais bruscos. Outro ponto relevante é o peso dos dispositivos, que fica muito abaixo dos HDs tradicionais.

Fonte: Techtudo

Anúncios

Ministério publico do Distrito Federal estima que crimes cibernéticos causem danos de R$80 bi ao ano

cybercrime_act

Os crimes cibernéticos cometidos no Brasil podem movimentar R$ 80 bilhões ao ano, segundo estimativa do coordenador do Núcleo Especial de Combate a Crimes Cibernéticos (NCyber), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Rodrigo Fogagnolo.

“Essa criminalidade afeta cerca de 60 milhões de brasileiros todos os anos. Mais da metade da população brasileira, 54%, já foi afetada por esse tipo de criminalidade. E quase metade dos ataques que acontecem surgem dentro do próprio país, ou seja, vem do próprio Brasil”, explicou, durante audiência pública  realizada hoje, 15, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados.

Na mesma audiência, o perito criminal Ivo de Carvalho Peixinho, mostrou dados da Polícia Federal indicando que criminosos cibernéticos roubaram R$ 3 bilhões em 2018 com fraudes bancárias eletrônicas. “Há a impressão de que esse tipo de fraude, por não ter explosão de caixa eletrônico ou ter algo visível, não provoca prejuízo financeiro significativo”, observou Peixinho, que trabalha  no Serviço de Repressão a Crimes Cibernéticos da Unidade de Repressão a Crimes de Alta Tecnologia da PF.

“Uma única quadrilha, com quatro pessoas, como foi descoberto na Operação Código Reverso, conseguiu desviar R$ 15 milhões. Então, são números significativos e somos pressionados pelos criminosos na internet com pouco conhecimento tecnológico”.

ACESSO A DADOS

O Ministério Público e o representante da PF defenderam alterações no código penal para incluir delitos cibernéticos e aumentar a pena dos criminosos. Fogagnolo disse que há ainda um conflito constitucional relacionado ao acesso a informações pessoais pela PF e o MP para o combate ao crime cibernético. “E isso precisará ser discutido pelo Congresso e pela Justiça”, defendeu.

Ele destacou que os órgãos públicos têm ainda problemas para intercambiar informações. “Se o criminoso está no interior de São Paulo e a vítima no Distrito Federal, a troca de informações é muito dificultosa entre os ministérios públicos e as polícias. Além disso, as competências não são bem definidas”, falou.

Peixinho, por sua vez, defendeu o aprofundamento de parcerias para o combate ao crime transnacional. Entre as propostas, sugeriu simplificação do MLAT, o acordo firmado entre Brasil e Estados Unidos usado para pedidos de informações detidas por empresas daquele país, como Facebook, WhatsApp, Google etc. Para ele, o modelo atualmente é lento e ineficiente.

Fonte: Telesintese

Milhões de aparelhos Android vêm com malware pré-instalado

What-is-Android-Malware

O Android é um sistema operacional bastante versátil se comparado ao iOS da Apple, principalmente por ser uma plataforma open-source. No entanto, isso serve como porta de entrada para o desenvolvimento de vírus e arquivos maliciosos que, acredite, poderão em breve vir pré-instalados no seu aparelho sem que você saiba.

Esse é o alerta da investigadora de segurança Maddie Stone, que atua no Project Zero do Google e foi líder de tecnologia da equipe de segurança do Android. De acordo com a pesquisadora, que participou de um evento de segurança da Black Hat em Las Vegas (EUA), os smartphones chegam a vir com até 400 aplicativos pré-instalados prontos para uso. Essa quantidade é um grande problema porque hackers mal intencionados conseguem esconder malwares mais facilmente.

“Se malware ou problemas de segurança vierem como aplicativos pré-instalados, então o dano que ele pode causar é maior, e é por isso que precisamos de tanto revisão, auditoria e análise”, destacou Stone.

O risco afeta o Android Open Source Project, que é uma alternativa de baixo custo para a versão completa do sistema operacional móvel do Google. O AOSP é instalado em smartphones mais baratos para manter o preço desses aparelhos mais baixo, mas usuários desavisados ​​correm o risco de comprar dispositivos que vêm com malware pré-instalado.

Telefones de fabricantes maiores, como LG, Sony e Samsung, geralmente estão a salvo dos riscos, porém descobriu-se que mais de 200 fabricantes lançaram dispositivos com malware oculto. Um malware em particular de preocupação é o Chamois que, ao infectar um aparelho, gera fraude de anúncios, instala aplicativos em segundo plano, baixa plugins e até mesmo envia mensagens de texto. Em março de 2018, a equipe de Stone encontrou o Chamois pré-instalado em 7,4 milhões de dispositivos Android.

O Project Zero do Google tem trabalhado com fabricantes de dispositivos para resolver o problema, e isso ajudou a reduzir o número de smartphones pré-instalados com Chamois para apenas 700 mil entre março de 2018 e março de 2019. Além disso, a apresentação de Stone na Black Hat segue um estudo de junho que afirmava que 43% dos aplicativos Android tinham vulnerabilidades, enquanto 38% dos aplicativos iOS tinham o mesmo problema.

Fontes: Digital Trends; PC World

Google permite que usuários acessem seus serviços somente com biometria

1516380537_742221_1516380745_noticia_normal

A cada dia que passa vão surgindo mais e mais serviços, de forma que a grande quantidade de contas e de senhas acaba confundindo os usuários. Para facilitar a vida das pessoas que possuem dificuldade para gerenciar as suas credenciais, a Google revelou que agora é possível realizar login em alguns de seus serviços no Android usando apenas a impressão digital.

Inicialmente a novidade está disponível apenas para alguns smartphones Android, mas a gigante das buscas diz que ela será implementada para todos os dispositivos com Android 7 ou posterior “nos próximos dias”. Além disso, a empresa diz que a nova funcionalidade também permite que a autenticação aos serviços seja realizada através do mesmo método de desbloqueio do smartphone, que pode incluir o desenho dos padrões ou alguma outra forma mais tradicional.

Apesar de o sistema operacional da Google já permitir há algum tempo que a impressão digital seja usada para autenticar as compras na Pay Store e para fazer o login em certos aplicativos, a novidade aqui é que o reconhecimento biométrico pode ser usado para acessar os serviços da empresa na web pelo navegador Chrome.

Considerando que, em muitos casos, as pessoas costumam reutilizar a mesma senha para vários sites, serviços e aplicativos — ou acabam se perdendo entre os vários códigos criados —, a nova solução da gigante das buscas pode agregar mais segurança aos usuários, já que eles poderão definir senhas diferentes para cada serviço, contando com a praticidade de poder salvar essa informações localmente e autenticar-se apenas por impressão digital.

Caso você esteja interessado em testar essa novidade, acesse a página de senhas da Google usando o Google Chrome em um smartphone com Android. Lá, é possível gerenciar todas as senhas que o Chrome salvou e será requerido a autenticação por impressão digital para confirmar as senhas registradas.

A nova funcionalidade foi desenvolvida através do FIDO2 e o protocolo WebAuthn, um padrão aberto que os sites podem usar para proteger logins baseados na Web, oferecendo muito mais proteção do que as senhas normais.

Fontes: The Verge; Canaltech

Exploit de Dia Zero da Steam expõe 72 milhões de usuários do Windows 10

steam-tags-header

A maior distribuidora digital de jogos para PC, a Steam, possui uma falha “Dia Zero” que pode ser bem crítica, já que expõe cerca de 72 milhões de usuários do Windows 10 que façam uso do client da loja pertencente à Valve Corporation.

Descoberta pelo pesquisador de segurança especializado em Windows, Vasily Kravets, o exploit consiste, em termos leigos, em conceder a invasores os mesmos direitos administrativos atribuídos ao usuário da Steam, deixando a máquina infectada vulnerável a toda uma sorte de ataques, que podem incluir até mesmo roubo de dados essenciais e instalação remota de malwares.

Kravets disse que relatou o caso à Valve há cerca de 45 dias, mas como não teve uma resposta da empresa, seguiu o curso padrão, divulgando publicamente a falha no intuito de forçar uma tomada de atitude por parte da companhia, liderada por Gabe Newell.

“Algumas dessas ameaças podem permanecer até mesmo sem os direitos de administrador”, disse o pesquisador. “Os altos privilégios de programas maliciosos podem ampliar significativamente os riscos: programas poderiam desativar um antivírus, se esconder em locais mais aprofundados do sistema, mudar quase todo tipo de arquivo ou usuário e até mesmo roubar informações particulares”.

Até o momento, a Valve não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Canaltech

Google e Twitter adotam novo EPYC Rome da AMD em seus data centers

Anúncio da segunda geração de processadores de alta performance e novas parcerias fizeram ações da fabricante saltar nesta semana

amd-zen2-epyc-rome-slajdy-anandtech-1600

Google e Twitter anunciaram nesta semana que irão adotar os novos processadores EPYC “Rome”, da AMD. A segunda geração do topo de linha para alta performance em data center foi revelada oficialmente na última quarta-feira (7/8) durante o EPYC Horizon, em San Francisco (CA). As novas parcerias conquistadas pela AMD refletiram positivamente nas ações da fabricante de Santa Clara, com seus papéis saltando 16% na quinta-feira (8) após o anúncio.

O lançamento do EPYC “Rome” marca um grande passo da AMD em um mercado de data center dominado pela Intel. Lançado dois anos após o primeiro EPYC “Naples”, a atualização promete superar a última oferta da concorrente em performance, eficiência e preço. A começar pela manufatura em 7nm dos processadores da AMD – um salto à frente da Intel, que disse que seus chips 7nm Ice Lake só serão comercializados em 2021. “Hoje, nós definimos um novo padrão para o data center moderno com o lançamento da nossa segunda geração do EPYC que entrega performance recorde”, reivindicou a CEO da AMDLisa Su.

A parceria com o Google foi comemorada pela AMD durante o EPYC Horizon quando Bart Sano, vice-presidente de engenharia do Google subiu ao palco: “Estamos indo Epyc!”, brinco Sano, tirando risadas de Lisa. O Google é agora a primeira companhia a usar a segunda geração dos chips da AMD em seus data centers, além disso disponibilizará o EPYC Rome através de máquinas virtuais para clientes do Google Cloud.

“A segunda geração do EPYC irá nos ajudar a continuar a fazer o que fazemos melhor com nossos data centers: inovar. É computação escalável, memória e a performance irá expandir a habilidade de levar a inovação adiante em nossa infraestrutura e dará aos clientes do Google Cloud a flexibilidade de escolher a melhor máquina virtual para seus workloads”, destacou Sano.

Jennifer Fraser, diretora senior de engenharia do Twitter, também subiu ao palco para destacar a parceria da rede social com a AMD. O Twitter planeja começar a usar o EPYC Rome em sua infraestrutura de datacenter até o final do ano. Segundo Jennifer, a adoção do “Rome” contribuirá com as metas de sustentabilidade do Twitter. “Twitter está comprometido em reduzir o impacto ambiental em nossos data center ao encontrar formas inovadoras de aumentar eficiência”, disse a executiva. “Usando o EPYC, nós conseguiremos escalar nossos clusters de computação com mais núcleos em menos espaço, usando menos energia, o que traduz em até 25% do custo de Total Cost of Ownership para o Twitter”, completou.

Outras companhias que anunciaram parceria com a AMD para o novo EPYC “Rome” estão a Microsoft, HPE, Lenovo e Dell.

Fonte: Computer World

Hackers podem invadir iPhone apenas enviando uma mensagem

Bugs encontrados por uma pesquisadora de segurança revelam que o serviço de mensagens da Apple não é tão seguro quanto parece

hacking

Quando você pensa sobre as formas como seu celular poderia ser hackeado, as primeiras coisas que vêm na cabeça são clicar em links maliciosos ou baixar um aplicativo fraudulento. Mas na verdade pode ser muito mais simples que isso. Até mesmo para usuários de iPhone, o caminho para ser hackeado pode ser simplesmente receber uma iMessage.

Na conferência de segurança da Black Hat em Las Vegas na quarta-feira (07/08), a pesquisadora do Google Project Zero, Natalie Silvanovich, está apresentando vários bugs chamados “sem interação” na versão iOS do iMessage que podem ser explorados para controlar o dispositivo de um usuário. E enquanto a Apple já corrigiu cinco deles, alguns ainda continuam presentes.

A pesquisadora conta que o pior cenário de uma invasão pelo iMessage seria acesso a dados do cliente e, consequentemente, qualquer ação que o prejudicassse. O mais surpreendente para Silvanovich foi que ela não esperava encontrar tantas falhas no sistema da Apple, mas quando começou a fazer engenharia reversa ela rapidamente encontrou vários bugs exploráveis.

Isso pode ser porque o iMessage é uma plataforma tão complexa que oferece uma variedade de opções e recursos de comunicação. Ele engloba o Animojis, renderizando animações como fotos e vídeos, e integração com outros aplicativos – tudo, do Apple Pay e iTunes ao Fandango e Airbnb. Todas essas extensões e interconexões aumentam a probabilidade de erros e vulnerabilidades.

Alguns bugs permitiam o acesso a mensagens e mídias da pessoa ou até mesmo implantavam código malicioso no dispositivo da vítima, tudo com apenas uma mensagem recebida. Ataques como esse, que não exigem qualquer ação da vítima, são muito mais produtivos para os hackers e altamente cobiçados.

As seis vulnerabilidades encontradas por Silvanovich – com mais ainda a serem anunciadas – valeriam potencialmente milhões ou até dezenas de milhões de dólares no mercado de exploits. Silvanovich enfatiza que a segurança do iMessage é forte no geral, e que a Apple está longe de ser o único desenvolvedor que às vezes erra ao lidar com essa questão conceitual.

Silvanovich diz que ela também procurou por bugs sem interação no Android, mas não encontrou nenhum até agora. Ela observa, porém, que é provável que tais vulnerabilidades existam em quase qualquer alvo. No ano passado, ela encontrou falhas semelhantes no WhatsApp, no FaceTime e no protocolo de videoconferência webRTC.

Fontes: Wired , Olhar Digital